Arquivo do mês: agosto 2013

para estes próximos minutos seja lá quanto durem

para estes próximos minutos seja lá quanto durem sua extensão quimérica deve, sobretudo, nadar como rebentação navega ao vento tu que fecha os olhos pode ver muito mais; o sorriso que desenha a humanidade, minha mãe um dia me disse … Continuar lendo

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lentamente despejo os pés no chão e sobre eles, todo o peso da existência. afogando as provas de que, em verdade um grande fracasso pesa a cada passo que é dado. imagina o inferno de acordar e com o abrir … Continuar lendo

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Mas se pensarmos, todos nós somos dias de verão e castigamos a nós mesmos porque somos tal: ogivas de autodestruição. Manhãs de calor escaldante, intensas chuvas à noite que na verdade não transtornam ruas, nem casas, nem corpos, apenas transformam. … Continuar lendo

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531 segundos

“True love leaves no traces” Olhei pela janela, eram cinco da manhã. O ônibus, vazio. Todo mundo dormindo; uma tranquilidade perturbadora. O oceano de fundo, os navios boiando, o cais pouco iluminado, o vento do mar. Já nem sei mais … Continuar lendo

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A aniquilação do eu

Com os olhos fechados e a mente incapaz de criar qualquer frase, juntando com o fato de não podê-lo, ganhei um beijo de Estela; talvez o mais sofrido e amargo de todos os tempos, mas ao mesmo tempo um beijo … Continuar lendo

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desespero

exatemente onze minutos dados para que pudesse descrever, sem direitos a alt + tab ou qualquer outra coisa. o desespero. aos poucos jovialmente e sorrateiramente o vento corria por dentre as pernas dele; república, mais ou menos maio, junho; pela … Continuar lendo

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