ser ou não-ser

O estema da tua amusia
Esse favônio que alcançou minha derme
Teu rosto, garço
Se perde na loquela deste beijo

Esse lábio recidivo
Que insiste em resistir
Ao charme, meu
E teu

Ressurte um amor sáxeo
Suave como rocio
E no úmido orvalho
Ainda teima, o zoilo

Ressurge o melífluo
Junto com os lábios
O bruto não pondera
Apenas se entrega

E assim cerzindo
O que um dia um de nós irrorará
Até que nos separemos
Em mágoas e lamúrias

E nesse ser e não-ser
Fico no devaneio
De sentir
e não-sentir

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